DIARIO

terça-feira, 4 de abril de 2017

O tempo passa...

Foto: Ilustrativa google

Ao longo dos últimos anos venho deparando com novos conceitos de ensino aprendizagem e a cada dia nossos alunos demonstram pouco interesse na forma tradicional que utilizamos para explorar nossos conteúdos curriculares.

Mudar essa forma de ensinar é a porta de saída para esse modelo tradicional como também a porta de entrada para um novo formato de ministrar aulas de forma dinâmica e participativa.


Tem horas que fico recordando os meios mecânicos e tecnológicos que usei no início da minha carreira como educador, que na época tínhamos de realizar rifas junto a comunidade escolar para conseguir verbas para comprar esses equipamentos.


Que eram a máquina de datilografia, o mimeógrafo, Retroprojetor Slide e depois com a chegada do computador a impressora jato de tinta veio o Retroprojetor que a gente usava transparências.

Era uma arsenal de objetos ligados a cabos e exigiam um ambiente com pouca iluminação, nossa a gente criava aulas expositivas usando todas essas ferramentas, passamos um momento de  curiosidade e de  ansiedade para aprender a usar tudo isso. Hoje tudo isso virou peça de museu.

E o interessante é que uma boa parte de nós educadores também paramos no tempo, não culpo aqui os amigos que são professores assim como eu, pois no momento em que o espírito tecnológico estava brilhando dentro de cada um, veio do ministério da educação o Parâmetros Curriculares Nacionais, impressos e encadernados e tínhamos de nos reunir em grupos para ler e discutir as propostas pedagógicas, não me entendam mal, mas elas poderiam ter chegado até a gente na forma mais tecnológicas, assim no anseio do aprender a usar essas nova tecnologias que já brotavam tinha obtido melhores resultados.

Ao escrever esse post me fez lembrar da TV Escola, isso foi bem utilizado, em meados dos anos 90 eu gravei mais de 1000 horas de programação em fitas VHS, tudo registrado em pasta catalogo e com a minutagem, ensinei os professores a usar o controle remoto que tinha uma tecla denominada “GOTO” onde o professor pressionava, digitava a hora, minuto e segundo e o videocassete parava ao chegar no local, isso foi sucesso absoluto. Fizemos até uma mesa com rodinha para levar a TV até as salas de aula. Como também o programa Salto Para o Futuro, que a gente assistia e inclusive participavam ao vivo.

Mas enfim o tempo passou, e tudo ficou só no passado, só que os nossa clientela não ficaram e a cada novo ano eles chegam até a nossa sala de aula, com mais conhecimentos adquiridos pelas tecnologias, é aí que está o (X) da questão.

Será que estamos preparados para acompanhar todas essas evoluções, pois a cada geração; não de seres humanos mas geração tecnologias deparamos com o novo chegando até nossas salas de aula.

Por isso a busca incansável por multimeios tecnológicos devem fazer parte do nosso planejamento estratégicos,  se não nossas aulas se torna a cada dia mais cansativas, e sem participação.

“Para mantermos o corpo saudável os nutricionista falam: - Mexa-se; para usar as tecnologias, recomendo, tente sem medo de errar, pois essa ferramenta tem uma tecla chamada DELETE”

O futuro dos seres humanos dependem da educação. Toda tecnologia e sua adaptação trabalhada hoje forma uma série de caminhos para o ser de amanhã percorrer.”
Leonardo Tomé


- Paulo Amorim

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